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Conceito Marca 10 anos SBPJor        



COMUNICAÇÕES COORDENADAS

11º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo SBPJor

SÁBADO – DIA 9 DE NOVEMBRO
14 HORAS

Local:Faculdade de Comunicação da UnB (FAC/UnB), ICC Norte,Asa Norte,Brasília, DF

Comunicação Coordenada 1
Qualidade no Jornalismo: Teoria e Prática, Pesquisa e Ensino
Proponente: Danilo Rothberg
Local : Sala 8 – Térreo FAC/UnB

Ementa: A qualidade no jornalismo é temática crescentemente explorada nos campos de pesquisa e ensino no Brasil, o que tem gerado o avanço do conhecimento científico e o aprofundamento de perspectivas teóricas relevantes e contribuições para o aperfeiçoamento de práticas profissionais. Esta comunicação coordenada reúne trabalhos de integrantes da Renoi (Rede Nacional de Observatórios de Imprensa) que apresentam fundamentos teóricos e resultados de investigações recentes. Danilo Rothberg e Kátia Viviane da Silva Vanzini (Unesp) traçam uma proposta de parâmetros de avaliação de qualidade do jornalismo na comunicação pública digital. Luiz Martins da Silva e Fernando Oliveira Paulino (UnB) apresentam aspectos filosóficos e deontológicos do ensino da ética jornalística. Victor Gentilli (Ufes) e Luma Poletti Dutra (UnB) analisam a cobertura jornalística da Lei de Acesso à Informação e a produção de informação para a cidadania. Naiza Comel e Laura Seligman (Univali) pesquisam a qualidade editorial dos veículos de imprensa do interior do Estado de Santa Catarina. Rose Mara Vidal de Souza (UVV e Ufes) analisa o potencial de impacto da Lei de Acesso à Informação sobre as práticas jornalísticas.

Anotações para uma proposta de parâmetros de análise de qualidade do jornalismo na comunicação pública digital
Danilo Rothberg
Kátia Viviane da Silva Vanzini

Perspectivas de ensino para Ética na comunicação
Luiz Martins da Silva

A qualidade dos novos jornais de interior catarinenses – caminhos e desvios na prática do Jornalismo Impresso
Naiza Comel,Laura Seligman

A Nova Lei de Acesso à Informação e os impactos nas práticas jornalísticas
Rose Mara Vidal de Souza

Dos arcana imperii à accountability: a transparência como desafio aos jornalistas
Victor Gentilli,Luma Poletti Dutra

Comunicação Coordenada 2
Olhares sobre o Jornalismo Ambiental: retrospectos, consolidações e perspectivas após uma década de SBPJor
Proponente: Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes
Local : Sala PPG3 – Subsolo FAC/UnB

Ementa: Considerando os 10 anos de trajetória da Associação Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo (SBPJor), esta mesa coordenada que reúne interessados nas questões socioambientais atreladas às práticas jornalísticas busca fazer um retrospecto dos caminhos percorridos pelo Jornalismo Ambiental na última década, assim como avaliar aspectos que remetem a consolidações e desafios atuais. Os primeiros encontros desta associação permitiram que muitos dos pesquisadores deste grupo se conhecessem e discutissem sob outras óticas, temas e enfoques da relação existente entre jornalismo e meio ambiente, ampliando e refinando as reflexões sobre este objeto de interface. Com o amadurecimento das análises, grupos de trabalho emergiram e, desde 2010, busca-se unir os trabalhos voltados para os estudos do Jornalismo Ambiental a fim de qualificar o debate e avançar em novas abordagens e ângulos de investigação.

O diálogo teórico entre jornalismo ambiental e o campo ciências sociais
Antonio Teixeira de Barros

A pesquisa em Jornalismo Ambiental na região Sul do Brasil
Ilza M. T. Girardi
Angela Camana
Eliege Fante
Patrícia Kolling
Carine Massierer
Claudia Herte de Moraes
Giovani de Oliveira

Leituras conceituais sobre jornalismo e ambiente
Dione Oliveira Moura
Reges Schwaab
Noêmia Felix da Silva

Espaço do jornalismo e problemáticas socioambientais em encontros da Compós (2003 – 2013)
Isaltina Maria de A. M. Gomes
Jean Fábio B. Cerqueira
Diego A. Salcedo
Natalia M. Flores
Priscila M. Medeiros

Análise do desenvolvimento da produção acadêmica da Intercom em jornalismo e meio ambiente: apontamentos sobre os últimos 10 anos
Myrian Del Vecchio de Lima,
Eloisa Beling Loose
Danielle S. Mei
Thaís Schneider
Valéria Duarte
Higor Francisco Lambach

Comunicação Coordenada 3
Jornalismo como profissão
Proponente: Jacques Mick
Local: Sala 2 – Térreo FAC/UnB

O jornalista sênior nas empresas de mídia
Zélia Leal Adghirni

Autores e não-autores no jornalismo brasileiro
Alexandre Bergamo

O trabalho do jornalista na abordagem do binômio comunicação e trabalho
Roseli Figaro

Os jornalistas nas assessorias: uma análise do perfil do trabalho jornalístico fora da mídia
Samuel Pantoja Lima
Aldo Antonio Schmitz

A precarização e o trabalho dos jornalistas brasileiros
Jacques Mick

Três estatutos, uma identidade. Comparação das carreiras profissionais de jornalistas, assessores de imprensa e professores de jornalismo em Brasília
Fábio Henrique Pereira

Comunicação Coordenada 4
Midiatização do jornalismo
Proponente: Demétrio de Azeredo Soster
Local: Sala 12 – Mezanino FAC/UnB

Ementa: O objetivo da comunicação coordenada é discutir as afetações que se estabelecem sobre a prática jornalística quando seus dispositivos, mais que vetores de midiatização, passam a ser afetados pela processualidade dessa. Quanto isso se verifica, seja no âmbito da emissão, circulação, recepção ou reconhecimento, temos a midiatização do jornalismo. Compreender essa processualidade, no que ela tem de jornalística, implica observar um modo de ser específico da sociedade, de matizes sócio-técnico-discursivos, cujas ofertas de sentido passam a se realizar com cada vez mais intensidade a partir de uma lógica midiática, afetando e sendo afetada nesse processualidade. O tema será discutido a partir das seguintes perspectivas: a) análise de como as lógicas e operações digitais que estruturam e dinamizam a “relação com o outro” e a “relação com os dados” afetam e produzem transformações complexas nas instâncias de mediação historicamente reconhecidas, caso do jornalismo; b) do estudo da forma por meio da qual a “crise do Wikileaks”, com o vazamento e publicação de documentos sigilosos, pode ter nas práticas jornalísticas um ponto fundamental de inflexão interpretativa; c) a partir da reflexão sobre como se estabelecem as complexas relações identificadas entre o jornalismo e os variados circuitos comunicacionais, tendo como objeto de análise a página “Diário de Classe”, do Facebook, criada por uma estudante de 13 anos; d) da reflexão a respeito do lugar que ocupam, nos jornais on-line, os espaços de intervenção e participação do leitor, bem como a forma por meio da qual seu surgimento altera as condições de produção circulação e reconhecimento do discursos da imprensa; e) da análise das marcas da midiatização do telejornalismo no contexto brasileiro por meio da observação dos dispositivos de “zonas de contato” arquitetados em sua processualidade; e, finalmente, f) da emergência dos conceitos de dialogia e atorização que, somados às já identificadas auto-referência, co-referência e descentralização, elevam para cinco as características por meio das quais podemos reconhecer o jornalismo que denominamos midiatizado.

Destinos da mediação jornalística
Antonio Fausto Neto
Informação complementar: Participaram da pesquisa de materiais e da preparação editorial deste artigo os bolsistas Aline Weshenfelder
(AT-Cnpq) e Marcos Reche Ávila(IC-Fapergs).

Jornalismo e Wikileaks: fronteiras de aliança e disputa
Leon Rabelo

Tensionamentos ao jornalismo pela circulação social de temas nas redes sociais e o jornalismo
Eloísa Klein

La mediatización del público en la prensa online: de las cartas de lectores a las redes sociales en Internet
Natalia Raimondo Anselmino

Midiatização do telejornalismo: ecos do encontro entre o noticiário televisivo e site de rede social
Fabiane Sgorla

Dialogia e atorização: características do jornalismo midiatizado
Demétrio de Azeredo Soster

Comunicação Coordenada 5
Telejornalismo: de volta a Praça Pública
Proponente: Flavio Porcello
Local : Sala 13 – Mezanino FAC/UnB

Ementa:
Os protestos e manifestações públicas ocorridas no Brasil na metade deste 2013 levaram para as ruas a insatisfação da sociedade com várias instituições, do transporte coletivo à aos serviços de saúde, queixas contra a corrupção e a impunidade, contra governos, parlamentos e órgãos públicos, e direcionaram as criticas, também, contra a Mídia, a Imprensa e, claro, o telejornalismo. Por meio de redes sociais as manifestações chegaram à televisão e por ela ganharam maior dimensão. Os protestos foram vistos pelo país inteiro através das imagens. Elas evidenciaram, uma vez mais, o lugar central do telejornalismo, a nova praça pública da atualidade, remontando ao que acontecia séculos atrás na Ágora da Grécia Antiga. O olho das câmeras em helicópteros ou dispositivos móveis chegavam antes das informações dos repórteres. O telejornalismo foi testado. E como reagiu ao teste das ruas? O tema merece análise e reflexão como estamos propondo nesta Comunicação Coordenada que incluirá ainda nas discussões as fronteiras entre real e virtual, a linguagem multitelas, a identidade nacional, a memória e a forma como a TV monta e remonta as histórias que conta, o que aqui exemplificaremos, entre outros casos, com o caso do julgamento do Mensalão pelo Jornal Nacional .

Proponente: Flavio Porcello

Telejornalismo: uma linguagem multitelas
Cristiane Finger

O simbolismo das ruas na tela da TV
Célia Ladeira Mota
Mônica dos Santos Alcântara

A “Imersão” no telejornalismo: após a fronteira entre o real e o virtual
Edna Mello
Liana Vidigal

O bem contra o mal: Como o Jornal Nacional mostrou o julgamento do Mensalão
Flávio Porcello
Débora Sartori
Laira Ferreira de Campos

Telejornalismo, lugar de referência e os protestos de rua: o peso do público na cobertura de uma situação de crise
Heitor Rocha
Alfredo Vizeu

A redescoberta do diálogo no telejornalismo: os usos da entrevista como possibilidade de inclusão e aprofundamento das narrativas nas emissoras públicas
Iluska Coutinho
Christina Musse

Comunicação Coordenada 6
XII Mesa Coordenada da Rede Jortec “Confluências tecnológicas na prática, pesquisa e ensino do Jornalismo”
Proponente: Carlos Eduardo Franciscato
Local: Sala 6 – Térreo FAC/UnB

Ementa: A mesa produz reflexões importantes nas áreas do ensino e pesquisa em jornalismo. Chama a atenção para a importância da investigação sobre neutralidade da rede, pois a legislação sobre o tema remonta ao tempo do telégrafo; realiza a leitura do Jornalismo na contemporaneidade em versões impressas e eletrônicas (computadores e tablets), quando esta ação é possível de ser realizada em diferentes dispositivos analógicos e digitais; relata o uso feito pelos candidatos a prefeito de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, das mídias sociais, especificamente Facebook e Twitter, nas eleições municipais 2012 em suas estratégias de comunicação; descreve a crescente confluência entre as tecnologias contemporâneas de comunicação estruturadas na convergência e o jornalismo produzido nos modelos das mídias tradicionais, massivas, unidirecionais, analógicas e classicamente diferenciadas (jornal, rádio e televisão) e analisa a adequação da formação em Jornalismo tendo em vista a comunicação digital, a interatividade, a interdisciplinaridade e a educação na Sociedade do Conhecimento.

Repensando jornalismo e tecnologia a partir das perspectivas construcionistas
Carlos Eduardo Franciscato

A leitura do Jornalismo na contemporaneidade em versões impressas e eletrônicas
Alessandra de Falco

Assessoria de Imprensa 2.0: o uso das mídias sociais nas eleições municipais 2012 em Campo Grande MS
Janaína Ivo da Silva

Tecnologias digitais na formação em Jornalismo e sua interface com a educação
Mirna Tonus
Adriana Cristina Omena dos Santos

Neutralidade da rede, problema da pesquisa em Jornalismo
Diólia de Carvalho Graziano

Comunicação Coordenada 7
XI Mesa Coordenada da Rede Jortec “Apropriações tecnológicas, pensamento computacional e novas técnicas na produção de informações de relevância social”
Proponente: Walter Teixeira Lima Junior
Local: Sala PPG2 – Subsolo FAC/UnB

Ementa: A mesa congrega estudos sobre a utilização das tecnologias digitais em processos de produção do jornalismo na obtenção de correlações de informações extraídas do Twitter através das técnicas mineração de dados para identificar o uso de redes sociais em paralelo ao consumo de TV, constituindo o que alguns autores chamam de “backchannel”; descrever sobre a viabilidade da criação de uma agência de notícias de Ciência, Tecnologia e Inovação das Instituições Federais de Ensino Superior, utilizando técnicas como mapas mentais e fluxogramas; discute os níveis de apropriação tecnológica da Internet pelos profissionais de jornalismo em função da diminuição da assimetria informativa e construção de uma esfera pública interconectada; debate sobre conceito de pensamento computacional para encorajar o cruzamento de conhecimentos entre comunicação social e ciências da computação a partir do uso de interfaces para programação de aplicativos (em inglês, APIs) e analisa as transformações ocorridas nos valores-notícia, sua flexibilidade cultural e temporal e as vertentes de estudo que surgiram a partir do Jornalismo online.

Níveis de apropriação tecnológica e profissionais do jornalismo
Walter Teixeira Lima Junior

Acervo digital e linked data: da memória jornalística às APIs abertas
André Rosa de Oliveira

As notícias e os valores-notícia: da tipografia ao Jornalismo online
Sônia Padilha
Luís Francisco Munaro

Produção De Conteúdo Social No Twitter e Critérios de Noticiabilidade – notas sobre uma possível correlação
Márcio Carneiro dos Santos

Sobre oportunidades de pesquisa aplicada em Jornalismo e Tecnologias Digitais: apontamentos para uma agência de notícias de ciência, tecnologia e inovação
Rodrigo Botelho-Francisco

Comunicação Coordenada 8
A Convergência e o Desafio dos Conceitos em Telejornalismo
Proponente: Cárlida Emerim
Local: Sala PPG 1- Pós-Graduação, Subsolo FAC/UnB

Resumo: O jornalismo tem discutido os impactos do contexto de inovação, convergência, linguagens e tecnologias em suas atuações e produções. A proposta desta Mesa Coordenada é pensar sobre o Telejornalismo e seus conceitos de base diante deste contexto. Para tanto propõe discutir sobre a convergência e as implicações neste contexto midiático, social e tecnológico nas produções telejornalísticas em diferentes suportes, tais como na tevê aberta, fechada, na internet e mobile (celular, tablets, etc).

Estratégias de interatividade na produção telejornalística: o caso do Correspondente JÁ
Fernando Antônio Crocomo
Beatriz Cavenaghi
Samira Moratti Frazão

Hipersegmentação: pensando o conceito de telejornal na convergência
Cárlida Emerim
Antonio Brasil

Telejornalismo e cultura da convergência reflexões sobre a cobertura do Movimento Passe Livre pelo Jornal Nacional e portal G1
Michele Negrini,Roberta Ross Thier, Valquíria Aparecida Passos Kneipp

Telejornalismo, novas tecnologias e convergência um estudo sobre o ensino no RS
Fabiana Piccinin
Paula Puhl

Telejornalismo: os impactos da fonoaudiologia na formação do jornalista de tevê
Maria Rita Pimenta Rolim
Anna Carolina Russi

A convergência nas TV’s públicas e comerciais da Zona da Mata Mineira e de Belo Horizonte
Soraya Maria Ferreira Vieira

Comunicação Coordenada 9
Qualidade no Jornalismo produzido na internet e a difusão popular e nas mídias sociais, aspectos culturais
Proponente: Gerson Luiz Martins
Coordenador da Mesa: Sérgio Luiz Gadini
Local: Sala 1 – Térreo FAC/UnB

Ementa: Esta mesa coordenada reúne trabalhos de integrantes da Renoi (Rede Nacional de Observatórios de Imprensa) que apresentam fundamentos teóricos e resultados de investigações recentes. A qualidade no jornalismo é temática crescentemente explorada nos campos de pesquisa e ensino no Brasil, o que tem gerado o avanço do conhecimento científico e o aprofundamento de perspectivas teóricas relevantes e contribuições para o aperfeiçoamento de práticas profissionais. Gerson Luiz Martins e Fernanda França (UFMS) fazem um estudo sobre os uso das mídias sociais nas recentes manifestações populares no país a partir dos estudos de Lev Manovich; Sérgio Gadini (UEPG) discute a formação profissional em Jornalismo voltada ao campo cultural, com ênfase no exercício da crítica, impulsionado pelo acesso às redes sociais e novos dispositivos midiáticos; Lilian França (UFS) com base em uma revisão bibliográfica identifica os principais tipos de sistemas paywall e analisa os casos de três diferentes modelos: unilateral, poroso e signwall, Felipe da Costa (UFSC) texto que busca compreender o processo de construção da notícia no Linha Popular, jornal de pequeno porte de Camboriú (SC), utiliza como perspectiva teórica o newsmaking e Marcos Santuário (Feevale) que faz um estudo sobre o espaço do local e do global no jornalismo cultural impresso: o Caso do Jornal NH.

As mídias contemporâneas como ferramentas de mobilização e participação cidadã
Gerson Luiz Martins
Fernanda França Fortuna

Sistemas paywall , critérios de qualidade e determinação de “Conteúdo Premium” no “The New York Times”
Lilian Cristina Monteiro França

A produção do jornalismo popular: rotinas e valores-notícia no jornal Linha Popular
Felipe da Costa

O Jornalismo cultural entre os limites do mercado e os desafios da formação profissional: Sugestões para pensar o ensino e produção da crítica em mídia e cultura
Sérgio Luiz Gadini

O espaço do Local e do Global no jornalismo cultural impresso
Marcos Emilio Santuario

Comunicação Coordenada 10
Qualidade no Jornalismo: metodologias e experiências de avaliação
Proponente: Josenildo Luiz Guerra
Local: Sala 4 – Térreo FAC/UnB

Ementa: Esta comunicação coordenada reúne trabalhos de integrantes da Renoi (Rede Nacional de Observatórios de Imprensa) que apresentam fundamentos e experiências de avaliação de conteúdos jornalísticos. Josenildo Guerra e Nara Barreto (UFS) apresentam uma metodologia para avaliação de qualidade do requisito relevância, a partir da ferramenta Matriz de Relevância. Rogério Christofoletti e Lívia Souza Vieira (UFSC), uma metodologia de detecção de erros em quatro webjornais brasileiros, sob a perspectiva da ética, em confluência com a técnica e a qualidade. Bruno Tavares (UFS) analisa a qualidade do conteúdo de um telejornal, a partir do confronto entres princípios editorias publicados e situações de conflitos de interesse, como no caso de direitos de transmissão esportiva envolvendo a Copa do Mundo. Luciane Justus dos Santos e Marcelo Engel Bronosky pesquisam a interatividade e as manifestações dos leitores decorrentes desse processo para identificar marcas que podem revelar as lógicas internas de seleção e construção do debate público midiatizado.

Qualidade em Jornalismo: metodologia para avaliação do requisito relevância
Josenildo Luiz Guerra
Nara Barreto

Erro em portais noticiosos: considerações sobre qualidade e ética
Rogério Christofoletti
Lívia Souza Vieira

Avaliação de Qualidade no Telejornalismo: princípios editoriais e a cobertura do Jornal Nacional dos preparativos da Copa do Mundo e Copa das Confederações.
Bruno da Silva Tavares

A interatividade do leitor no Jornal da Manhã: entre lacunas e perspectivas
Luciane Justus dos Santos
Marcelo Engel Bronosky