Redes de Pesquisa

A SBPJor busca estimular o trabalho coletivo entre pesquisadores de diferentes instituições brasileiras e internacionais. Organizadas a partir de temáticas específicas, as redes de pesquisa atuam a partir de projetos coletivos de investigação. Atualmente, existem na SBPJor xx Redes de Pesquisa.

São elas:


Rede de Pesquisa Aplicada Jornalismo e Tecnologias Digitais
Rede de Pesquisa em Radiojornalismo
Rede de Pesquisa em Telejornalismo

Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas
Rede de Pesquisa Trabalho e Identidade no Jornalismo
Rede Nacional de Observatórios de Imprensa

 

 

Rede de Pesquisa Aplicada Jornalismo e Tecnologias Digitais

A JorTec começou a se estruturar em 2006 e sua oficialização se deu no dia no dia 20 de novembro de 2008, na Universidade Metodista (Umesp), durante a realização do 6º Encontro da SPBjor. Na mesma noite, na reunião dos sócios da entidade, a formalização da Rede foi entregue à diretoria Científica, que respondeu positivamente ao pedido de acreditação em 15 de janeiro de 2009. Em 2018, a JorTec apresentou sua XX e XXI comunicações coordenadas, no encontro da SBPJor realizado na FIAM-FAAM, em São Paulo.

O objetivo principal da rede é o desenvolvimento de pesquisa aplicada em tecnologias digitais voltadas à prática e ao estudo do Jornalismo. Um objetivo secundário é estabelecer conexões interdisciplinares entre o campo da Comunicação e outras áreas das Ciências Humanas e das Ciências Exatas, como informática, neurociência, entre outras.

Produções

LONGHI, Raquel; D’ANDREA, Carlos (orgs.). Jornalismo convergente: reflexões, apropriações, experiências. Florianópolis: Insular, 2012. ISBN 9788574746418.

SCHWINGEL, Carla; ZANOTTI, Carlos (orgs.). Produção e colaboração no jornalismo digital. Florianópolis: Insular, 2010. ISBN 9788574745299.

SOSTER, Demétrio; LIMA JR., Walter (orgs.). Jornalismo digital: audiovisual, convergência e colaboração. Santa Cruz do Sul: Unisc, 2011. ISBN 9788575783146.

TRÄSEL, Marcelo; LONGHI, Raquel Ritter; BOTELHO-FRANCISCO, Rodrigo Eduardo; LIMA JUNIOR, Walter Teixeira. Pensar em rede: pesquisa aplicada em jornalismo e tecnologias digitais. Macapá: Unifap, 2017.

Grupos de Pesquisa CNPq

Grupo de Pesquisa IES Líder(es) / Representante(s)
Ciberjornalismo UFMS Gérson Martins
Ciência, Informação e Tecnologia UFPR Rodrigo Botelho-Francisco
Hipermídia e Linguagem UFSC Raquel Ritter Longhi e Rita de Cássia Romeiro Paulino
Informação, conhecimento e tecnologia UFSCar Rodrigo Botelho-Francisco
Interfaces Sociais da Comunicação UFU Adriana Cristina Omena dos Santos e Mirna Tonus
Interações e tecnologias na Amazônia UFPA Elaide Martins
Laboratório de Estudos em Jornalismo UFS Josenildo Luiz Guerra e Carlos Franciscato
Jornalismo Digital UFRGS Marcelo Träsel e Felipe de Oliveira
Novas práticas em Jornalismo UMESP Marli dos Santos
Tecnologia e Narrativas Digitais UFMA Márcio Carneiro dos Santos
Jornalismo, Educomunicação e Cidadania UNEMAT Antonia Alves Pereira

Coordenação atual
Marcelo Träsel – marcelo.trasel@ufrgs.br
Rodrigo Francisco-Botelho – robotelho@gmail.com

Rede de Pesquisa em Radiojornalismo

Formalizada em 2019, o grupo de pesquisadores que integra a RADIOJOR manteve, nos últimos anos, expressiva participação na SBPJor. A Rede de Pesquisas em Radiojornalismo (RadioJor) busca promover a reflexão crítica, o debate e a interlocução em torno das teorias e práticas profissionais em áudio e radiojornalismo, estimulando e organizando investigações e publicações coletivas, além de eventos científicos. A RadioJor trata, com especial atenção, dos desafios conceituais, metodológicos e empíricos da investigação neste campo. Reflete sobre a reconfiguração do jornalismo sonoro nos seus diversos formatos, modos e espaços de emissão e do radiojornalismo em emissoras públicas (incluindo-se as rádios universitárias, educativas, culturais e/ou estatais), comerciais, comunitárias, em ondas hertzianas e/ou via web, e discute ainda como o exercício profissional no campo se insere nas transformações do entorno midiático, na emergência de novos dispositivos, suportes e interfaces e pelos desafios regulatórios e mercadológicos.

 

Coordenação atual
Valci Zuculoto (UFSC)
Marcelo Kischinhevsky (UFRJ)

Rede de Pesquisa em Telejornalismo

A Rede de Pesquisadores em Telejornalismo, Rede TELEJOR, se dedica aos estudos do jornalismo distribuído para as diferentes telas. Reúne pesquisadores de diferentes vertentes e das mais diversas regiões brasileiras. Hoje, atua com uma rede coesa, congregando estudiosos das cinco regiões brasileiras, participantes de 17 universidades entre públicas e particulares.

Criada em novembro de 2005 durante o 3º SBPJor, realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a rede surgiu como forma de aglutinar professores e pesquisadores de Telejornalismo que desde o segundo encontro da entidade realizam sessões coordenadas e trabalhos de pesquisa integrada.

Nos últimos sete anos a Coleção Jornalismo Audiovisual (Editora Insular) sistematizou as pesquisas em rede, com a publicação anual dos resultados nos livros. Além das publicações, a TELEJor organiza a participação em eventos científicos de referência no campo através de Mesas Coordenadas, comunicações individuais e a sistematização em temas centrais da pesquisa em rede, fomentando a publicação em periódicos científicos.

Em 2018 a proposta de consolidar os conhecimentos sobre teorias e métodos de investigação em telejornalismo teve como um de seus resultados o livro Epistemologia do Telejornalismo Brasileiro. O sétimo volume da Coleção Jornalismo Audiovisual da Rede Telejor tem um perfil mais teórico-reflexivo e o objetivo de contribuir e fortalecer os estudos do campo do Telejornalismo em seus diferentes âmbitos e espaços de produção do conhecimento. A obra será lançada no 16º Encontro Nacional de Pesquisadores em Telejornalismo, junto a outro livro que apresenta os trabalhos de pesquisadores em formação que também integram a Rede TELEJor. A constituição do selo Jovens Pesquisadores revela o crescimento da rede, junto ao amadurecimento de seus integrantes.

Coordenação atual
Iluska Coutinho (UFJF)
Carlida Emerim (UFSC)

O grupo ainda conta com um Conselho Consultivo formado pelos pesquisadores Flávio Porcello (UFRGS), Cristiane Finger (PUCRS), Christina Musse  (UFJF), Alfredo Vizeu (UFPE) e Edna Mello (UFT).

Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas

Histórico

Renami, Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas, foi fundada em 2015, durante o 13º SBPJor, em Mato Grosso do Sul. Propõe-se a aglutinar os pesquisadores ligados à SBPJor que dialogam com o tema “narrativas”, gerando conhecimento por meio da realização e divulgação de pesquisas coletivas.

 

Objetivos

A rede tem como objetivo pensar os aportes teóricos, metodológicos, técnicos e históricos dos estudos da narrativa em relação com o jornalismo e a mídia. Busca também refletir sobre as interfaces das narrativas textuais e audiovisuais com a literatura, a história, a arte e demais campos do conhecimento, em suportes impressos, eletrônicos e digitais, compreendidos como formas de ver, ouvir, dizer e silenciar. Contempla igualmente as narrativas transmidiáticas, os processos de midiatização, reconfiguração e inovação das práticas jornalísticas.

 

Produção coletiva

1 Narrativas midiáticas contemporâneas: perspectivas epistemológicas (Catarse, 2017).

Em formato e-book/PDF, buscou estabelecer um marco inaugural nas pesquisas em torno das pesquisas em narrativa e registrar o estado da arte das mesmas em seu aspecto epistemológico. Ou seja, trazer à luz as perspectivas teórico-conceituais que fundamentam as pesquisa dos membros da Renami. O prefácio é de Luiz Gonzaga Maotta (UnB), é composto de 22 capítulos e pode ser acessado livremente por aqui: https://www.academia.edu/35133513/Narrativas_Midi%C3%A1ticas_Contempor%C3%A2neas_perspectivas_epistemol%C3%B3gicas

2 Repositório digital no site Academia.Edu

Onde são depositadas todas as produções da Renami. Pode ser acessada livremente por aqui: https://independentscholar.academia.edu/RededePesquisaRenami

3 Narrativas midiáticas contemporâneas: perspectivas metodológicas (Catarse, 2018).

Em formato e-book/PDF e impresso, buscou, igualmente, estabelecer um marco inaugural nas pesquisas em torno da temática narrativas e registrar o estado da arte das mesmas, mas agora do ponto de vista metodológico. O prefácio é de Fernando Resende (UFF), é composto de 20 capítulos e pode ser acessado livremente por aqui: http://editoracatarse.com.br/site/2018/10/21/narrativas-midiaticas-contemporaneas-perspectivas-metodologicas/

 

Grupos de Pesquisa dos Pesquisadores Ligados à Rede

Atualmente há três grupos, em todas as regiões do país, vinculados à Renami:

Grupo de Pesquisa em Narrativas Midiáticas (NAMI)
Grupo de estudos sobre narrativas literárias e midiáticas (Genalim)
Grupo de Pesquisa “Jornalismo, Narrativas e Práticas Comunicacionais” (JorNal/CNPq)

 

Coordenação
Demétrio de Azeredo Soster (Unisc), dsoster@unisc.br e deazeredososter@gmail.com
Fabiana Piccinin (Unisc), fabi@unisc.br
Marta Maia (Ufop), marta@martamaia.pro.br
Monica Martinez (Uniso),  monica.martinez@prof.uniso.br

 

Canais
Facebook https://www.facebook.com/narrativasmidiaticascontemporaneas/

Rede de Pesquisa Trabalho e Identidade no Jornalismo

Histórico

Formalizada em 2018, o grupo de trabalho já atuava a partir de interesses comuns de pesquisa. Criada durante o Congresso da SBPJor de 2013, trata-se de um espaço de trocas interdisciplinares, dedicado ao estudo de questões identitárias e laborais do jornalismo.

 

Objetivos

A rede tem como objetivos: a) promover a troca de experiências entre os pesquisadores; b) compartilhar recursos humanos, financeiros e de infraestrutura; c) cooperar em investigações, na organização de eventos e na produção colaborativa de artigos ou outras publicações científicas.

 

Coordenação atual

Fabio Pereira (UNB)
Aldo Schmitz (UFSC)

Rede Nacional de Observatórios de Imprensa

Histórico

A Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi) teve como inspiração inicial o surgimento do Observatório da Imprensa, em 1996. Em 1998, o professor Victor Gentilli assinava um artigo, “Chamamento às escolas de Jornalismo: criemos juntos a Rede Nacional de Observatórios de Imprensa” no OI para lançar a ideia inicial para sua criação (GENTILLI, 1998), finalmente constituída em 2005, durante o encontro da Associação Brasileira em Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A Renoi procurar atuar nas três linhas de ação acadêmica, ensino, pesquisa e extensão.

 

Objetivos

A Renoi tem como objetivos, entre outros, conforme Art. 5º. de seu regimento interno, aprovado em 2007, a produção de crítica de mídia; o monitoramento de coberturas jornalísticas; o empenho na melhoria de conteúdos, processos e produtos produzidos pelos meios de comunicação; o incentivo à formação e qualificação profissional; a promoção de ações de educação para os meios; a promoção e difusão de uma cultura de consumo crítico da mídia; a cooperação entre seus polos integrantes e o intercâmbio com outros atores sociais interessados no desenvolvimento e evolução da comunicação.

 

Produção coletiva

A partir das pesquisas produzidas por seus integrantes, das participações nas sessões coordenadas do encontro anual da SBPJor e de parceiras, a Renoi publicou:

“Observatórios de Mídia: olhares da cidadania” (Paulus, 2007), organizado por Luiz Gonzaga Motta e Rogerio Christofoletti;

Vitrine e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo” (UBI/Labcom, 2010), organizado por Rogerio Christofoletti;

Crítica do jornalismo: produção, qualidade e direito à informação” (UBI/Labcom, 2016), organizado por Josenildo Luiz Guerra, Danilo Rothberg e Gerson Luiz Martins;

– Publicação, 2010, de quatro volumes da Série Comunicação e Informação da Unesco sobre qualidade em jornalismo, produzido por quatro pesquisadores integrantes da rede (disponíveis aqui): “Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores”, de Luiz Augusto Egypto de Cerqueira; “Sistema de gestão da qualidade aplicado ao jornalismo: uma abordagem inicial”, de Josenildo Luiz Guerra; “Jornalistas e suas visões sobre qualidade: teoria e pesquisa no contexto dos Indicadores de Desenvolvimento da Mídia da UNESCO”, de Danilo Rothberg; “Indicadores da Qualidade no Jornalismo: políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros”, de Rogério Christofoletti.

 

Grupos de Pesquisa CNPq

Atualmente, há 17 grupos, em todas as regiões do país, vinculados à Renoi. Destes, sete são grupos ativos de pesquisa e dez, de diferentes naturezas, que têm atuação em crítica de mídia.

1 – Crítica de Ponta (UEPG)

Ligado ao Grupo de Pesquisa Jornalismo Cultural e Folkcomunicação
Diretório CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3599897752335302

2 – Diálogos do Pampa (UFP)
Diretório CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/6032508434237074

3 – Laboratório de Estudos em Jornalismo – Lejor (UFS)
Diretório CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/9324755657243576

4 – Cultura, Mídia e Política (UnB)
Diretório CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/9190294876673191

5 – Observatório da Ética Jornalística – objETHOS (UFSC)
Diretório CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3964306385831186

6 – Observatório de Pesquisas Aplicadas ao Jornalismo e ao Ensino (UFT)
Diretório CNPq: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3201224483808764

7 – Plural: Observatório de Comunicação e Cidadania (Unesp)
Ligado ao grupo de pesquisa Mídia e Sociedade
Diretório CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4162952981530090

Os demais grupos destinados à crítica de mídia que integram a Renoi, em manifestação realizada em 2015, são: Agência Unama (Unama); Canal da Imprensa; Grupo de Pesquisa sobre o Cotidiano e o Jornalismo (UFPB); 6. Jornalismo Capixaba – Estudos em Jornalismo Brasileiro (Ufes); Mídia em Foco (Feevale); Observatório da Imprensa – Brasil; Observatório da Mídia (Ufes); Renoi-VP; SOS Imprensa (UnB); Observe (UFMS).

 

Coordenação
Josenildo Guerra, guerra.ufs@gmail.com

 

Canais
Blog da Renoi (http://renoi.blogspot.com/)