Redes de Pesquisa

 

 

Rede de Pesquisa Aplicada Jornalismo e Tecnologias Digitais – JORTEC

A JORTEC, Rede de Pesquisa Aplicada em Jornalismo e Tecnologias Digitais, começou a se estruturar em 2006. No período, apresentou 16 mesas coordenadas em encontros da SBPJor, editou três coletâneas de artigos em formato de livro e desenvolveu um projeto de pesquisa com financiamento do CNPq, além de seus integrantes haverem proposto participações noutros eventos acadêmicos, publicado artigos em periódicos nacionais ou internacionais e orientado alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado no âmbito de investigação da JorTec.

O objetivo principal da rede é o desenvolvimento de pesquisa aplicada em tecnologias digitais voltadas à prática e ao estudo do Jornalismo. Um objetivo secundário é estabelecer conexões interdisciplinares entre o campo da Comunicação e outras áreas das Ciências Humanas e das Ciências Exatas, como informática, neurociência, entre outras.

A criação da JorTec se deu no dia no dia 20 de novembro de 2008, na Universidade Metodista (Umesp), durante a realização do 6º Encontro da SPBjor. Na mesma noite, na reunião dos sócios da entidade, a formalização da Rede foi entregue à diretoria Científica, que respondeu positivamente ao pedido de acreditação em 15 de janeiro de 2009.

Participaram da assinatura do pedido os seguintes pesquisadores, que à época estavam nas instituições indicadas: Carla Schwingel (UFBA), Ênio Moraes Júnior (USP), Sebastião Squirra (Umesp), Sônia Padilha (UFRR), Walter Lima (FaCasper), Josenildo Guerra (UFS), Fernando Firmino (UEPB), Adriana Rodrigues (UFBA), Pollyana Ferrari (PUC/SP), Carlos Franciscato (UFS), Jorge Feltz (UFJF), Luciana Moherdaui (PUC/SP), Raquel Longhi (UFSC), Marcelo Träsel (PUC/RS), Regina Diniz (Umesp), Carlos Alberto Zanotti (PUC/Campinas), Ben-Hur Correia (UFSC), Gabriela Zago (UCPel) e Pablo Barbosa (UFBA).

Desde então, dezenas de outros pesquisadores participaram e vêm participando das atividades da JorTec.

Website: http://tecjor.net

Coordenação: Marcelo Träsel (PUCRS) e Rodrigo Francisco-Botelho (UFTPR).

 

Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas – RENAMI

renami

A Renami, Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas, foi fundada em 2015, durante o 13º SBPJor, em Mato Grosso do Sul. Propõe-se a aglutinar os pesquisadores ligados à SBPJor que dialogam com o tema “narrativas”, gerando conhecimento por meio da realização e divulgação de pesquisas coletivas.

Neste sentido, visa a pensar os aportes teóricos, metodológicos, técnicos e históricos dos estudos da narrativa em relação com o jornalismo e a mídia − entendida como uma das principais − senão a principal − narradoras da contemporaneidade. A rede também tem como objetivo refletir sobre as interfaces das narrativas textuais e audiovisuais com a literatura, a história, a arte e demais campos do conhecimento, em suportes impressos, eletrônicos e digitais, compreendidos como formas de ver, ouvir, dizer e silenciar. Contempla igualmente as narrativas transmidiáticas, os processos de midiatização, reconfiguração e inovação das práticas jornalísticas. Do ponto de vista temático, esta imbricação se estabelece a partir de perspectivas, cenários e intersecções por meio de uma visada plural e compreensiva da realidade.

A Renami é coordenada, de forma colegiada, pelos professores-pesquisadores Mônica Martinez (Uniso), Marta Maia (UFOP), Fabiana Piccinin (Unisc) e Demétrio de Azeredo Soster (Unisc).

Conheça mais sobre as atividades da Renami na página da Rede no Facebook.

 

Rede Nacional de Observatórios de Imprensa – Renoi
Josenildo Luiz Guerra (UFS), coordenador

A RENOI, Rede Nacional de Observatórios de Imprensa, surgiu em 2005 para reunir iniciativas de crítica de mídia, tanto dentro quanto fora da academia. Seu objetivo é contribuir para o aperfeiçoamento da mídia brasileira e o desenvolvimento das relações entre sociedade e meios de comunicação. Para tanto, buscou agregar grupos que tinham como foco a pesquisa e a prática da observação crítica do jornalismo, a fim de constituir um espaço de intercâmbio para a troca de experiências e a produção conjunta, seja de pesquisas seja de outras atividades ligadas à área fim.

Ao longo destes onze anos, a Renoi já produziu o Encontro da Renoi, realizado em Vitória-ES em 2007 e a publicação de dois livros, “Observatórios de Mídia: olhares da cidadania” (Paulus, 2007), e “Vitrine e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo” (UBI/Labcom, 2010). Um terceiro livro, intitulado “Crítica do jornalismo: produção, qualidade e direito à informação”, que reúne trabalhos produzidos por seus diversos grupos, encontra-se em processo de avaliação por uma editora.

A Renoi também participa dos encontros da SBPJor, com a realização de sessões coordenadas regulares, desde 2007 (exceto em 2011 e 2015). Em 2007, com a mesa “Metodologias de Análise e Crítica de Mídia”; em 2008, com as mesas “Ensino de jornalismo e a qualidade da informação” e “Qualidade da informação jornalística”; em 2009, com as mesas “Ensino de Jornalismo no Brasil e o currículo da Unesco” e “Ética e Qualidade no Jornalismo Brasileiro”; em 2010, com a mesa “Qualidade jornalística, monitoramento de mídia e pesquisa científica interdisciplinar”; em 2012, com a mesa “Jornalismo e transparência: o acesso à informação pública”; em 2013, com as mesas “Qualidade no Jornalismo: Teoria e Prática, Pesquisa e Ensino”, “Qualidade no Jornalismo produzido na internet e a difusão popular e nas mídias sociais, aspectos culturais”, e “Qualidade no Jornalismo: metodologias e experiências de avaliação”; em 2014, com a mesa “A busca da transparência em dois movimentos: e promovida pela atividade jornalística e a sobre ela produzida”.

Além dessas atividades, a Renoi integrou uma pesquisa, em parceria com a Unesco, para o desenvolvimento de um Índice de Qualidade em Jornalismo, que resultou na publicação de quatro trabalhos.

A Renoi reforça sua atuação em espaços de discussão sobre o setor profissional e o acadêmico, a saber: 1) A Renoi foi convidada e ofereceu uma contribuição ao processo de consulta pública do GRI Media Sector Supplement, um guia de responsabilidade social para organizações de mídia elaborado pelo Global Reporting Initiative. 2) A Renoi é uma das signatárias do documento dirigido à Presidência da República para “solicitar apoio e colaboração no sentido de acelerar o processo de aprovação do projeto de lei PLC 41/2010” (Lei Geral de Acesso à Informação). 3) A Renoi ofereceu sugestões para as novas Diretrizes Curriculares de Jornalismo à Comissão constituída pelo MEC para este fim relativas.

Atualmente, a Renoi registra dezessete grupos associados: Agência Unama – Amazonas (Unama), Canal da Imprensa – São Paulo (Unasp), Crítica de Ponta (UEPG), Diálogos do Pampa (Universidade Federal do Pampa – UFP), Grupo de Pesquisa sobre o Cotidiano e o Jornalismo – Grupecj (UFPB), Jornalismo Capixaba – Espírito Santo (Ufes), Laboratório de Estudos em Jornalismo (Lejor), através do Qualijor – Programa de Pesquisa em Qualidade, Inovação e Tecnologia Aplicada ao Jornalismo (UFS), Mídia e Política – Brasília (UnB), Mídia em Foco – Rio Grande do Sul  (Feevale), Observatório da Ética Jornalística – objETHOS, Brasil (UFSC), Observatório da Imprensa – Brasil, Observatório da Mídia Regional (Ufes), Observatório de Pesquisas Aplicadas ao Jornalismo e ao Ensino – Opaje (Universidade Federal do Tocantins – UFT), Plural: Observatório de Comunicação e Cidadania (Unesp), Renoi Vale do Paraíba – São Paulo, SOS Imprensa – Brasília (UnB), Observe (UFMS).

Conheça mais sobre o trabalho da Renoi no site do grupo.

Rede de Pesquisa em Telejornalismo

A Telejor, Rede de Pesquisadores em Telejornalismo, foi criada durante o 3º SBPJor, realizado em novembro de 2005, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nas duas edições anteriores do congresso (Brasília e Salvador) o grupo de pesquisadores que originou a rede já havia realizado comunicações coordenadas tendo como tema central o telejornalismo.Em todas as edições dos congressos posteriores os membros da rede apresentaram trabalhos e participaram de discussões em comunicações coordenadas sobre telejornalismo. Outra característica é a publicação de livros com relatos de pesquisas e produções acadêmicas. O primeiro livro da rede (Telejornalismo, a nova praça pública) foi lançado em 2006 durante o 4º SBPJor, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Até agora já foram publicadas oito coletâneas reunindo artigos produzidos por integrantes da rede.

A Telejor é coordenada, atualmente, pelas pesquisadoras Cristiane Finger (PUCRS) e Carlida Emerim (UFSC). Além delas, integram o Conselho Consultivo da Rede os pesquisadores Flávio Porcello (UFRGS), Iluska Coutinho (UFJF), Christina Musse  (UFJF), Alfredo Vizeu (UFPE) e Edna Mello (UFT)

O relato das atividades realizadas pela Rede Telejor, ao longo dos últimos 11 anos, bem como as temáticas das comunicações coordenadas por ela realizadas, está publicado na BJR, em artigo com o título “Desafios, Limites e Possibilidades da Rede de Pesquisadores em Telejornalismo”.